Mota Engil - Tópico Geral
Dansousa Escreveu:Dansousa Escreveu:JLMF Escreveu:KIMBALA Escreveu:Seja como for, ninguem larga quse 130.000 motas por largar, eheheh.
Será que mesmo assim não as largou todas ontem??!?!?!![]()
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O volume está a ser fraco mas a queda parece querer continuar e a este ritmo de descida não me parece que o suporte dos ~~3.38 aguente...........se não aguentar mesmo, parece-me que os ~~3€ esperam por ela..........
Cmpts![]()
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Já agora deixo o boneco....
Cmpts![]()
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Já agora....só para completar que para além de ter fechado abaixo do suporte, o volume foi bastante elevado....
Cmpts
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Dansousa Escreveu:JLMF Escreveu:KIMBALA Escreveu:Seja como for, ninguem larga quse 130.000 motas por largar, eheheh.
Será que mesmo assim não as largou todas ontem??!?!?!![]()
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O volume está a ser fraco mas a queda parece querer continuar e a este ritmo de descida não me parece que o suporte dos ~~3.38 aguente...........se não aguentar mesmo, parece-me que os ~~3€ esperam por ela..........
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Já agora deixo o boneco....
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JLMF Escreveu:KIMBALA Escreveu:Seja como for, ninguem larga quse 130.000 motas por largar, eheheh.
Será que mesmo assim não as largou todas ontem??!?!?!
O volume está a ser fraco mas a queda parece querer continuar e a este ritmo de descida não me parece que o suporte dos ~~3.38 aguente...........se não aguentar mesmo, parece-me que os ~~3€ esperam por ela..........
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KIMBALA Escreveu:Certo é o leilão a funcionar porque não faltavam ordens de venda ao melhor.. e pergunto eu... não é uma aberração dar ordens ao melhor num papel com pouca liquidez?
Aberração não penso que seja. Poderá ser por muitas outras razões, stops acionados, contas margem ou alavancadas estoiradas, quantidades de titulos que por algum motivo tem de ser vendidos e a serem negociados durante a sessão nestas cotadas pouco liquidas a teriam feito descer ainda mais, alguem convicto que a mota ainda vai descer bastante mais, algum rumor que pode vir a ser noticia, etc.
Neste caso até foi de acordo com a tendencia geral, por vezes é mesmo contra a corrente.
Seja como for, ninguem larga quse 130.000 motas por largar, eheheh.
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KIMBALA Escreveu:Que foi isto?
Cotação a 3,54 e no leilão final são transaccionadas uma montanha de acções a 3,44.
O que explica isto? Uma passagem?
É o leilão a funcionar. Mais de 50% do volume diário realizado em 10 minutos.
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PrincipeValente Escreveu:;)
Obrigado a ambos!
É esperar para ver como sai deste triângulo descendente... e, em caso de quebra para cima... temos margem de subida.
Abraço
Olá!
Por acaso passei por aqui para ver como a mota estava (ouvi umas coisas de fundamentais dela na TSF hoje) e tenho uma chamada de atenção a fazer:
Os triângulos são formações de continuação e não de inversão.
Caso não quebrem na zona dos 2/3 perdem o significado.
Ao estar a reagir bem ao suporte, sendo a tendência ascendente e caso quebre o triângulo nestes próximos dias, pode sair para os 4.50/5.
Só uma opinião de quem não olha para isto há algum tempo...
There are two kinds of investors: those who don't know where the market is headed, and those who don't know that they don't know.
William Bernstein
William Bernstein
PrincipeValente Escreveu:OLÁ! Alguem quer postar um gráfico daqueles porreiros, com linhas técnicas, comentários e afins? Só para se poder debater o que se possa vir a passar com a cotada
Abraço
magnífico teste ao suporte!
no gráfico semanal aquela linha verde horizontal é um suporte que o foi no verão de 2008, já foi resistência na primavera e verão do ano passado, só sendo vencida em finais de setembro (à 3ª tentativa), tornando-se novamente em suporte
entretanto a mota foi testá-o com sucesso por duas vezes
para mim a mota já inverteu do seu bear market (ao activar aquele rectângulo entre outubro 2008 e abril de 2009)
contudo actualmente ainda existe uma sequência de altos cada vez mais baixos; por outras palavras: esta consolidação toma a forma um triângulo descendente
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- mota.png (8.74 KiB) Visualizado 12144 vezes
menos é mais
PrincipeValente Escreveu:OLÁ! Alguem quer postar um gráfico daqueles porreiros, com linhas técnicas, comentários e afins? Só para se poder debater o que se possa vir a passar com a cotada
Abraço
grafico nada bonito...
triangulo descendente. atenção que o volume de hoje foi feito em grande parte por passagem...
cheira me a uma vela algo esticada a de hoje...
talvez um dia vermelho para amanha.
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A EDP adjudicou hoje as obras de construção civil do reforço de
potência da central hidroeléctrica de Venda Nova, denominada
Venda Nova IIII, ao consórcio MSF/Somague/Mota-Engil/Spie
Batignolles pelo valor de 131 milhões de euros.
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR26610.pdf
potência da central hidroeléctrica de Venda Nova, denominada
Venda Nova IIII, ao consórcio MSF/Somague/Mota-Engil/Spie
Batignolles pelo valor de 131 milhões de euros.
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR26610.pdf
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Será então de esperar uma corrida amanhã a este papel? Ou desde 2 de Novembro, altura do anuncio que dava como praticamente certa a adjecucação, que a notícia já está incorporada no preço da acção? É que olhando para as velas daquela altura, não vejo qualquer impacto da noticia na cotação.
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casualside Escreveu:Não sei se isto já estava oficializado ou não, mas aqui vai![]()
Sm, já está.
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR26578.pdf
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Não sei se isto já estava oficializado ou não, mas aqui vai
A concessão do Pinhal Interior, a maior obra em termos de construção (567 quilómetros de estrada) e de investimento (1244 milhões de euros) lançada pela Estradas de Portugal no País, vai ser hoje adjudicada ao consórcio liderado pela Mota-Engil.
A adjudicação será anunciada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e pelo ministro das Obras Públicas, António Mendonça, numa cerimónia marcada para Ansião, numa altura em que o Governo ainda aguarda as decisões aos recursos interpostos pela Estradas de Portugal junto do Tribunal de Contas pelo "chumbo" de cinco outras concessões.
De acordo com informação do Ministério das Obras Públicas, quando estiver terminada, em Fevereiro de 2013, esta concessão deverá servir mais de 400 mil habitantes, ligando as principais sedes de concelho entre si e entre os eixos do IC3 Tomar/Coimbra e IC8 Pombal/Vila Velha de Ródão.
As obras de construção e requalificação de 567 quilómetros de estradas vão criar quatro mil postos de trabalho e o Governo prevê que o investimento potencie "a fixação de novas empresas que irão induzir mais 44 mil empregos nesta região".
A Ascendi, consórcio que é liderado pela Mota-Engil, foi o vencedor da adjudicação por um período de 30 anos, ou seja até 2040, que assim consegue ser o grupo de empresas com mais investimento no pacote de concessões da Estradas de Portugal. Além desta, a Ascendi conseguiu também a adjudicação da concessão do Douro Interior por 826 milhões de euros.
A concessão do Douro Interior faz parte dos cinco contratos "chumbados" pelo Tribunal de Contas que alega, entre outras razões, um agravamento dos custos previstos para o concedente entre a fase inicial e a fase final de propostas.
As reprovações levaram a Estradas de Portugal a interpor recursos junto da instituição presidida por Guilherme d’Oliveira Martins que irá agora, também, analisar o contrato do Pinhal Interior.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... 000011&h=3
A concessão do Pinhal Interior, a maior obra em termos de construção (567 quilómetros de estrada) e de investimento (1244 milhões de euros) lançada pela Estradas de Portugal no País, vai ser hoje adjudicada ao consórcio liderado pela Mota-Engil.
A adjudicação será anunciada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e pelo ministro das Obras Públicas, António Mendonça, numa cerimónia marcada para Ansião, numa altura em que o Governo ainda aguarda as decisões aos recursos interpostos pela Estradas de Portugal junto do Tribunal de Contas pelo "chumbo" de cinco outras concessões.
De acordo com informação do Ministério das Obras Públicas, quando estiver terminada, em Fevereiro de 2013, esta concessão deverá servir mais de 400 mil habitantes, ligando as principais sedes de concelho entre si e entre os eixos do IC3 Tomar/Coimbra e IC8 Pombal/Vila Velha de Ródão.
As obras de construção e requalificação de 567 quilómetros de estradas vão criar quatro mil postos de trabalho e o Governo prevê que o investimento potencie "a fixação de novas empresas que irão induzir mais 44 mil empregos nesta região".
A Ascendi, consórcio que é liderado pela Mota-Engil, foi o vencedor da adjudicação por um período de 30 anos, ou seja até 2040, que assim consegue ser o grupo de empresas com mais investimento no pacote de concessões da Estradas de Portugal. Além desta, a Ascendi conseguiu também a adjudicação da concessão do Douro Interior por 826 milhões de euros.
A concessão do Douro Interior faz parte dos cinco contratos "chumbados" pelo Tribunal de Contas que alega, entre outras razões, um agravamento dos custos previstos para o concedente entre a fase inicial e a fase final de propostas.
As reprovações levaram a Estradas de Portugal a interpor recursos junto da instituição presidida por Guilherme d’Oliveira Martins que irá agora, também, analisar o contrato do Pinhal Interior.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... 000011&h=3
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Millennium IB sobe avaliação da Mota-Engil para 4,10 euros
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros para o final de 2010 e manteve a recomendação de "comprar".
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros para o final de 2010 e manteve a recomendação de "comprar".
Numa nota de análise com o nome “Demasiado dependente da realidade doméstica…”, o analista António Seladas reviu em alta o “target” da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros. O novo preço-alvo atribui um potencial de valorização de 13% face à cotação de fecho de hoje: 3,63 euros.
O banco de investimento manteve a recomendação de “comprar”.
Na área de engenharia e construção, o Millennium IB refere que as suas estimativas de médio e longo prazo são agora “mais cautelosas” devido ao “aumento da vulnerabilidade da economia portuguesa, devido ao excesso de dívida, e às recentes decisões do Tribunal de Contas”.
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros para o final de 2010 e manteve a recomendação de "comprar".
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros para o final de 2010 e manteve a recomendação de "comprar".
Numa nota de análise com o nome “Demasiado dependente da realidade doméstica…”, o analista António Seladas reviu em alta o “target” da Mota-Engil de 3,70 para 4,10 euros. O novo preço-alvo atribui um potencial de valorização de 13% face à cotação de fecho de hoje: 3,63 euros.
O banco de investimento manteve a recomendação de “comprar”.
Na área de engenharia e construção, o Millennium IB refere que as suas estimativas de médio e longo prazo são agora “mais cautelosas” devido ao “aumento da vulnerabilidade da economia portuguesa, devido ao excesso de dívida, e às recentes decisões do Tribunal de Contas”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Deve sair a qualquer momento o resultado da 2.ª PPP (Lisboa/Poceirão/TTT) e como é de esperar não devem haver boas notícias para a Mota, pois devido à grande diferença de preços a decissão deve recair no consórcio da FCC.
Não me parece muito favorável, uma empresa como a Mota ficar de fora desta "1ª Fase" do TGV, mas a ver vamos.
Pedro
Não me parece muito favorável, uma empresa como a Mota ficar de fora desta "1ª Fase" do TGV, mas a ver vamos.
Pedro
Mota
Olá Caldeireiros,
.
Hoje resolvi (um pouco a medo...) abrir posição nesta cotada.
Comentários e gráfico em anexo.
Cumprimentos bolsistas
.
Hoje resolvi (um pouco a medo...) abrir posição nesta cotada.
Comentários e gráfico em anexo.
Cumprimentos bolsistas
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- Mota in^2.PNG (67.17 KiB) Visualizado 14710 vezes
1886 – Estátua da Liberdade; oferecida pelos Franceses como aniversário do 1º século de independência dos EUA
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
Mota-Engil prepara-se para entrar no mercado da Colômbia
A Mota-Engil está "a estudar" a entrada no mercado da Colômbia, onde deverá participar num concurso de infra-estruturas rodoviárias, disse hoje à agência Lusa o presidente executivo do grupo.
--------------------------------------------------------------------------------
Lusa
A Mota-Engil está "a estudar" a entrada no mercado da Colômbia, onde deverá participar num concurso de infra-estruturas rodoviárias, disse hoje à agência Lusa o presidente executivo do grupo.
"Estamos a estudar a entrada na Colômbia, estamos a preparar um concurso de infra-estruturas rodoviárias", afirmou Jorge Coelho à margem do Fórum Internacional de Tecnologia da Construção Civil (TECCON 2009), organizado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
A Colômbia será o quarto país da América Latina onde a maior construtora portuguesa marca presença, depois do México, Peru e Brasil.
Segundo adiantou à Lusa Jorge Coelho, no México e no Peru a empresa conta já com "investimentos seguros" e no Brasil, onde se estreou há cerca de um ano, "o balanço é muito positivo".
No México, a Mota-Engil já detém a concessão de uma auto-estrada, está na corrida para outras concessões e prepara a aquisição de uma empresa de construção local, enquanto no Peru detém a concessão para operação do porto de Paita (o segundo maior do país) e está interessada em avançar na área das obras públicas.
Já no Brasil, onde esteve até quarta-feira para ultimar as negociações para aquisição de 50% de uma empresa de tratamento de resíduos, Jorge Coelho diz que a actividade "está a correr muito bem".
"Há um ano abrimos uma empresa em São Paulo e definimos três áreas de intervenção: as concessões, os resíduos e os portos. O balanço que fazemos é muito positivo, considero a economia brasileira uma das mais sustentáveis do mundo", afirmou.
Para Jorge Coelho, o 'timing' da aposta da Mota-Engil no Brasil foi "muito importante" e, actualmente, a empresa "já está em condições de começar a usufruir" dessa decisão estratégica.
"Ainda estamos a começar, mas as perspectivas são muito boas, até porque as previsões de crescimento da economia brasileira em 2010 andam na ordem dos 5,5%, o que revela o potencial que tem aquele país", sustentou.
Actualmente, a Mota-Engil detém (via Ascendi) 40% de um consórcio com parceiros locais que explora uma concessão com mais de 400 quilómetros em São Paulo.
Segundo Jorge Coelho, a concessão começou a operar há 15 dias e está a registar níveis de tráfego superiores aos previstos no plano de negócios.
"A nossa ideia, agora, é a consolidação desta operação e estudar e concorrer a novas oportunidades que ali se estão a colocar na área das concessões de infra-estruturas rodoviárias", revelou.
Ainda na região de São Paulo, o grupo português está "a terminar o processo negocial" para aquisição de 50% de uma empresa na área da recolha e tratamento de resíduos, onde também pretende entrar, e paralelamente está "a estudar" a entrada na concessão de um porto na zona do Recife, também com um parceiro local.
"A nossa estratégia é de diversificação e de internacionalização", sustentou Jorge Coelho, recordando que 25% da actividade do grupo é já fora da área da construção e, dentro desta, 52% são negócios no estrangeiro.
A Mota-Engil está "a estudar" a entrada no mercado da Colômbia, onde deverá participar num concurso de infra-estruturas rodoviárias, disse hoje à agência Lusa o presidente executivo do grupo.
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Lusa
A Mota-Engil está "a estudar" a entrada no mercado da Colômbia, onde deverá participar num concurso de infra-estruturas rodoviárias, disse hoje à agência Lusa o presidente executivo do grupo.
"Estamos a estudar a entrada na Colômbia, estamos a preparar um concurso de infra-estruturas rodoviárias", afirmou Jorge Coelho à margem do Fórum Internacional de Tecnologia da Construção Civil (TECCON 2009), organizado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
A Colômbia será o quarto país da América Latina onde a maior construtora portuguesa marca presença, depois do México, Peru e Brasil.
Segundo adiantou à Lusa Jorge Coelho, no México e no Peru a empresa conta já com "investimentos seguros" e no Brasil, onde se estreou há cerca de um ano, "o balanço é muito positivo".
No México, a Mota-Engil já detém a concessão de uma auto-estrada, está na corrida para outras concessões e prepara a aquisição de uma empresa de construção local, enquanto no Peru detém a concessão para operação do porto de Paita (o segundo maior do país) e está interessada em avançar na área das obras públicas.
Já no Brasil, onde esteve até quarta-feira para ultimar as negociações para aquisição de 50% de uma empresa de tratamento de resíduos, Jorge Coelho diz que a actividade "está a correr muito bem".
"Há um ano abrimos uma empresa em São Paulo e definimos três áreas de intervenção: as concessões, os resíduos e os portos. O balanço que fazemos é muito positivo, considero a economia brasileira uma das mais sustentáveis do mundo", afirmou.
Para Jorge Coelho, o 'timing' da aposta da Mota-Engil no Brasil foi "muito importante" e, actualmente, a empresa "já está em condições de começar a usufruir" dessa decisão estratégica.
"Ainda estamos a começar, mas as perspectivas são muito boas, até porque as previsões de crescimento da economia brasileira em 2010 andam na ordem dos 5,5%, o que revela o potencial que tem aquele país", sustentou.
Actualmente, a Mota-Engil detém (via Ascendi) 40% de um consórcio com parceiros locais que explora uma concessão com mais de 400 quilómetros em São Paulo.
Segundo Jorge Coelho, a concessão começou a operar há 15 dias e está a registar níveis de tráfego superiores aos previstos no plano de negócios.
"A nossa ideia, agora, é a consolidação desta operação e estudar e concorrer a novas oportunidades que ali se estão a colocar na área das concessões de infra-estruturas rodoviárias", revelou.
Ainda na região de São Paulo, o grupo português está "a terminar o processo negocial" para aquisição de 50% de uma empresa na área da recolha e tratamento de resíduos, onde também pretende entrar, e paralelamente está "a estudar" a entrada na concessão de um porto na zona do Recife, também com um parceiro local.
"A nossa estratégia é de diversificação e de internacionalização", sustentou Jorge Coelho, recordando que 25% da actividade do grupo é já fora da área da construção e, dentro desta, 52% são negócios no estrangeiro.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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