Galp - Tópico Geral
Efeito "time lag" está contratualizado
"Atraso" na descida dos preços dos combustíveis rende mais de 100 milhões à Galp
A Galp Energia reflecte, nos preços de venda ao consumidor final, a evolução da cotação dos produtos petrolíferos no mercados internacionais uma semana antes. Esta diferença temporal, conhecida por time lag e que está contratualizada, representou para a Galp Energia um ganho acima de 100 milhões de euros no quarto trimestre.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
A Galp Energia reflecte, nos preços de venda ao consumidor final, a evolução da cotação dos produtos petrolíferos no mercados internacionais uma semana antes. Esta diferença temporal, conhecida por “time lag” e que está contratualizada, representou para a Galp Energia um ganho acima de 100 milhões de euros no quarto trimestre.
O efeito “time lag” é positivo para a empresa quando os preços estão em queda e negativo quando os preços descem. Isto porque a queda dos produtos destilados nos mercados internacionais, só é reflectida nos preços de venda ao público na semana seguinte, quer os preços estejam em alta ou em baixa.
Segundo a empresa, este “atraso” de uma semana foi contratualizado (ou seja, não é a empresa que o define) e é seguido não só pela Galp Energia, como também pelos restantes operadores do mercado português.
“No último trimestre de 2008, dada a descida dos preços dos produtos petrolíferos nos mercados internacionais que ocorreu neste período, os resultados do segmento de Refinação & Distribuição foram positivamente afectados, ao nível da margem bruta, por um efeito de ‘time lag’ de 105 milhões de euros”, refere a empresa no comunicado com a apresentação dos resultados operacionais do quarto trimestre.
A empresa acrescenta que este ganho surge em “resultado das condições estabelecidas contratualmente para os operadores do mercado português, incluindo a própria Galp Energia, reflectirem com um atraso de cerca de uma semana as variações dos preços verificados nos mercados internacionais”.
A queda do petróleo foi particularmente intensa no quarto trimestre do ano passado, pelo que o efeito “time lag” foi positivo para a Galp neste período.
No primeiro semestre, com as cotações em alta, o efeito até foi negativo. Isto porque na totalidade do ano de 2008, o efeito “time lag” foi positivo em 78 milhões de euros, menos que o valor registado só no último trimestre do ano.
Em 2007, também marcado pela alta das cotações, o efeito foi negativo em 67,4 milhões de euros.
Vendas de refinados sobem e caem no gás
No quarto trimestre do ano, as vendas de produtos refinados aumentaram 12,9% para 4,3 milhões de toneladas, um aumento que impulsionado pelas vendas relativas às actividades de distribuição de produtos petrolíferos das filiais Ibéricas da Agip, cujo processo de aquisição por parte da Galp Energia ficou concluído no dia 1 de Outubro de 2008.
Na divisão de gás, os volumes de venda baixaram 24,1%, tendo-se verificado uma queda de 40,2% no mercado liberalizado e um aumento de 1% no mercado regulado.
Ainda nesta divisão, a Galp acrescenta que durante o quarto trimestre de 2008 foi conhecida a decisão do processo de arbitragem relativo a um dos contratos de aquisição de gás natural, que teve um resultado negativo para a Galp e que representa um “impacto líquido negativo de €103 milhões nos resultados operacionais do segmento de negócio Gas & Power no quarto trimestre de 2008”
Na divisão de produção & exploração, a produção média de petróleo desceu 1,3% para 15,5 mil barris por dia.
"Atraso" na descida dos preços dos combustíveis rende mais de 100 milhões à Galp
A Galp Energia reflecte, nos preços de venda ao consumidor final, a evolução da cotação dos produtos petrolíferos no mercados internacionais uma semana antes. Esta diferença temporal, conhecida por time lag e que está contratualizada, representou para a Galp Energia um ganho acima de 100 milhões de euros no quarto trimestre.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
A Galp Energia reflecte, nos preços de venda ao consumidor final, a evolução da cotação dos produtos petrolíferos no mercados internacionais uma semana antes. Esta diferença temporal, conhecida por “time lag” e que está contratualizada, representou para a Galp Energia um ganho acima de 100 milhões de euros no quarto trimestre.
O efeito “time lag” é positivo para a empresa quando os preços estão em queda e negativo quando os preços descem. Isto porque a queda dos produtos destilados nos mercados internacionais, só é reflectida nos preços de venda ao público na semana seguinte, quer os preços estejam em alta ou em baixa.
Segundo a empresa, este “atraso” de uma semana foi contratualizado (ou seja, não é a empresa que o define) e é seguido não só pela Galp Energia, como também pelos restantes operadores do mercado português.
“No último trimestre de 2008, dada a descida dos preços dos produtos petrolíferos nos mercados internacionais que ocorreu neste período, os resultados do segmento de Refinação & Distribuição foram positivamente afectados, ao nível da margem bruta, por um efeito de ‘time lag’ de 105 milhões de euros”, refere a empresa no comunicado com a apresentação dos resultados operacionais do quarto trimestre.
A empresa acrescenta que este ganho surge em “resultado das condições estabelecidas contratualmente para os operadores do mercado português, incluindo a própria Galp Energia, reflectirem com um atraso de cerca de uma semana as variações dos preços verificados nos mercados internacionais”.
A queda do petróleo foi particularmente intensa no quarto trimestre do ano passado, pelo que o efeito “time lag” foi positivo para a Galp neste período.
No primeiro semestre, com as cotações em alta, o efeito até foi negativo. Isto porque na totalidade do ano de 2008, o efeito “time lag” foi positivo em 78 milhões de euros, menos que o valor registado só no último trimestre do ano.
Em 2007, também marcado pela alta das cotações, o efeito foi negativo em 67,4 milhões de euros.
Vendas de refinados sobem e caem no gás
No quarto trimestre do ano, as vendas de produtos refinados aumentaram 12,9% para 4,3 milhões de toneladas, um aumento que impulsionado pelas vendas relativas às actividades de distribuição de produtos petrolíferos das filiais Ibéricas da Agip, cujo processo de aquisição por parte da Galp Energia ficou concluído no dia 1 de Outubro de 2008.
Na divisão de gás, os volumes de venda baixaram 24,1%, tendo-se verificado uma queda de 40,2% no mercado liberalizado e um aumento de 1% no mercado regulado.
Ainda nesta divisão, a Galp acrescenta que durante o quarto trimestre de 2008 foi conhecida a decisão do processo de arbitragem relativo a um dos contratos de aquisição de gás natural, que teve um resultado negativo para a Galp e que representa um “impacto líquido negativo de €103 milhões nos resultados operacionais do segmento de negócio Gas & Power no quarto trimestre de 2008”
Na divisão de produção & exploração, a produção média de petróleo desceu 1,3% para 15,5 mil barris por dia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
CEO Galp diz investimento pré-sal Brasil 150-200 mil MD até 2020
13/02/2009
LISBOA, 13 Fev (Reuters) - A exploração do 'pré-sal' do Brasil deverá envolver investimentos de 150 a 200 mil milhões de dólares (MD) das várias petrolíferas na região até 2020, disse o Chief Executive Officer (CEO) da Galp , Manuel Ferreira de Oliveira.
Adiantou que os custos operacionais da exploração serão de cerca de dois mil milhões de dólares por ano na próxima década, prevendo-se que a região produza dois milhões de barris por dia no ano de 2020.
A camada do pré-sal, localizada numa área com extensão de 800 km, contém reservas estimadas de 15 mil milhões de barris, localizados em profundidades entre cinco a sete mil metros abaixo do nível do mar, sob uma camada de sal que pode ter até dois mil metros de espessura.
"Os investimentos que se esperam naquela zona, entre 2009 e 2020, vão andar entre 150 a 200 mil milhões de dólares e os custos operacionais médios na década serão superiores a 2,0 mil milhões de dólares por ano", disse o CEO da Galp à margem de uma cerimónia da empresa.
A Galp está presente no Brasil através de 23 parcerias com a Petrobras , e prevê iniciar a produção de petróleo na Bacia de Santos em Abril de 2009, com um projecto-piloto no poço 'Tupi', disse Ferreira de Oliveira.
"A Galp tem um papel relevante nesses números (de investimento), é um player relevante, o segundo maior, mas a grande distância da Petrobras", afirmou Ferreira de Oliveira, sem detalhar a parcela de investimento da 'oil&gas' portuguesa.
Acrescentou que o Brasil será a principal região para a Galp aumentar a sua capacidade de produção de petróleo ao longo dos próximos anos. A Galp tem como meta, no espaço de uma década, aumentar a produção dos 15.000 barris diários para 150.000.
"É no Brasil e em Angola que temos a âncora do nosso futuro. Diria mais no Brasil do que em Angola. Segue-se depois a Venezuela e Timor", disse Ferreira de Oliveira.
Reiterou que a actual conjuntura recessiva à escala global não deverá ter impacto significativo dos projectos de exploração petrolífera no Brasil.
"Mal de nós se deixamos de pensar numa escala de décadas só porque temos uma crise que nos vai afectar durante alguns trimestres", disse o CEO da Galp.
Negociaram-se 648.400 acções da Galp a subirem 0,36 pct para 9,13 euros.
(Por Ruben Bicho; Editado por Sérgio Gonçalves)
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509206, lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging : ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
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Banco BPI
13/02/2009
LISBOA, 13 Fev (Reuters) - A exploração do 'pré-sal' do Brasil deverá envolver investimentos de 150 a 200 mil milhões de dólares (MD) das várias petrolíferas na região até 2020, disse o Chief Executive Officer (CEO) da Galp , Manuel Ferreira de Oliveira.
Adiantou que os custos operacionais da exploração serão de cerca de dois mil milhões de dólares por ano na próxima década, prevendo-se que a região produza dois milhões de barris por dia no ano de 2020.
A camada do pré-sal, localizada numa área com extensão de 800 km, contém reservas estimadas de 15 mil milhões de barris, localizados em profundidades entre cinco a sete mil metros abaixo do nível do mar, sob uma camada de sal que pode ter até dois mil metros de espessura.
"Os investimentos que se esperam naquela zona, entre 2009 e 2020, vão andar entre 150 a 200 mil milhões de dólares e os custos operacionais médios na década serão superiores a 2,0 mil milhões de dólares por ano", disse o CEO da Galp à margem de uma cerimónia da empresa.
A Galp está presente no Brasil através de 23 parcerias com a Petrobras , e prevê iniciar a produção de petróleo na Bacia de Santos em Abril de 2009, com um projecto-piloto no poço 'Tupi', disse Ferreira de Oliveira.
"A Galp tem um papel relevante nesses números (de investimento), é um player relevante, o segundo maior, mas a grande distância da Petrobras", afirmou Ferreira de Oliveira, sem detalhar a parcela de investimento da 'oil&gas' portuguesa.
Acrescentou que o Brasil será a principal região para a Galp aumentar a sua capacidade de produção de petróleo ao longo dos próximos anos. A Galp tem como meta, no espaço de uma década, aumentar a produção dos 15.000 barris diários para 150.000.
"É no Brasil e em Angola que temos a âncora do nosso futuro. Diria mais no Brasil do que em Angola. Segue-se depois a Venezuela e Timor", disse Ferreira de Oliveira.
Reiterou que a actual conjuntura recessiva à escala global não deverá ter impacto significativo dos projectos de exploração petrolífera no Brasil.
"Mal de nós se deixamos de pensar numa escala de décadas só porque temos uma crise que nos vai afectar durante alguns trimestres", disse o CEO da Galp.
Negociaram-se 648.400 acções da Galp a subirem 0,36 pct para 9,13 euros.
(Por Ruben Bicho; Editado por Sérgio Gonçalves)
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509206, lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging : ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
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Banco BPI
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Viva, só agora vi o teu post.
è olhar para o grafico, parece-me a ultima resistência até uma possivel arrancada valente. [mas isto sou a pensar alto].
Cumps e BN
vasco Escreveu:Olá pedromrsl,
porquê os 9,20?
obrigado,
vasco
è olhar para o grafico, parece-me a ultima resistência até uma possivel arrancada valente. [mas isto sou a pensar alto].
Cumps e BN
"Os padrões gráficos relevantes são como o surf. Não é preciso saber muito sobre física das marés, ressonância e dinâmica de fluidos; há apenas que ver o que se está a passar". Ed Seykota.
Dizer mal, mas com bons modos
Mas n sejas injusto, nem tenho sido dos que fala mais mal da GALP, foi só uma intervenção ou duas, em dias de mau humor, lol
, numa altura que não estava dentro.
Quando e se voltar a entrar, vou ser o maior apoiante da GALP, estilo aumentem os preços todos os dias para terem muitos lucrozinhos, para pagarem muitos dividendozinhos, lolol.
Elias, então vende o carro para aconselhares ou não a malta sobre a GALP, lol.
Abrax! BN!
Mas n sejas injusto, nem tenho sido dos que fala mais mal da GALP, foi só uma intervenção ou duas, em dias de mau humor, lol
Quando e se voltar a entrar, vou ser o maior apoiante da GALP, estilo aumentem os preços todos os dias para terem muitos lucrozinhos, para pagarem muitos dividendozinhos, lolol.
Elias, então vende o carro para aconselhares ou não a malta sobre a GALP, lol.
Abrax! BN!
A mercearia de valores não faz fiado
- Mensagens: 159
- Registado: 29/11/2007 10:29
- Localização: Lisboa
Merceeiro Escreveu:pá, sou um merceeiro e estou aqui para ganhar dinheiro. Sou um incoerênte e hipócrita, pronto. Mas não ando aqui à cata de apanhar os foristas em incongruências, tenho mais que fazer. Além disso, não estou a pedir dinheiro a ninguém para comprar acções da GALP, nem sou virgem ofendida defensor da moral e dos bons costumes.
Agora, que todo o sector petrolífero em Portugal está muito mal clarificado, disso não tenho dúvida, mas não seria por isso que iria deixar de negociar acções da Galp, que aliás já tive e me permitiu ganhar algum dinheirinho..
No fundo no fundo tu queres é achincalhar a GALP. Se o mercado é transparente ou não, isso é irrelevante, o que interessa é dizer mal, não é, amigo Merceeiro?
Merceeiro Escreveu:Então, amigo Elias, é de comprar?
Epá, não me posso pronunciar, a minha ética não me permite. Sabes que eu sou consumidor de gasolina e como consumidor interessa-me que os preços baixem o mais possível. Ou seja, tenho interesses neste título, do lado do consumo. Qualquer recomendação que eu fizesse, estaria a entrar em conflito com os meus interesses enquanto consumidor. Por isso a bem da coerência opto por não me pronunciar
1 abraço,
Elias
- Mensagens: 35428
- Registado: 5/11/2002 12:21
- Localização: Barlavento
pá, sou um merceeiro e estou aqui para ganhar dinheiro. Sou um incoerênte e hipócrita, pronto. Mas não ando aqui à cata de apanhar os foristas em incongruências, tenho mais que fazer. Além disso, não estou a pedir dinheiro a ninguém para comprar acções da GALP, nem sou virgem ofendida defensor da moral e dos bons costumes.
Agora, que todo o sector petrolífero em Portugal está muito mal clarificado, disso não tenho dúvida, mas não seria por isso que iria deixar de negociar acções da Galp, que aliás já tive e me permitiu ganhar algum dinheirinho..
Então, amigo Elias, é de comprar?
BN
Agora, que todo o sector petrolífero em Portugal está muito mal clarificado, disso não tenho dúvida, mas não seria por isso que iria deixar de negociar acções da Galp, que aliás já tive e me permitiu ganhar algum dinheirinho..
Então, amigo Elias, é de comprar?
BN
A mercearia de valores não faz fiado
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- Registado: 29/11/2007 10:29
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para norte a medio prazo
Acredito que esta menina a médio prazo vai para norte.
No curto penso que vai aliviar um pouco. O RSI está muito alto, o momentum esta a perder alguma força, apenas gostei do volume nos ultimos 5 dias( acima do media dos 100 dias). Muito importante foi o beijinho (quase) que deu na Lt descendente verde (dando assim o 3 toque fundamental para considerar valida a mesma).
No médio prazo acredito que vai chegar rápido a resintência dos +- 10,85 ajudada pelo preço da matéria prima. O grafico semanal também reforça esta minha teoria.
Estou longo desde ínicio de Outubro.
No curto penso que vai aliviar um pouco. O RSI está muito alto, o momentum esta a perder alguma força, apenas gostei do volume nos ultimos 5 dias( acima do media dos 100 dias). Muito importante foi o beijinho (quase) que deu na Lt descendente verde (dando assim o 3 toque fundamental para considerar valida a mesma).
No médio prazo acredito que vai chegar rápido a resintência dos +- 10,85 ajudada pelo preço da matéria prima. O grafico semanal também reforça esta minha teoria.
Estou longo desde ínicio de Outubro.
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Viva, a Galp está em bull mode de curto-médio prazo. Terá a asas para voar caso quebre os 9,20?
Opinem, por favor…
BN
Opinem, por favor…
BN
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- galp.JPG (91.33 KiB) Visualizado 7586 vezes
"Os padrões gráficos relevantes são como o surf. Não é preciso saber muito sobre física das marés, ressonância e dinâmica de fluidos; há apenas que ver o que se está a passar". Ed Seykota.
Olá Merceeiro,
Desde há vários meses que tens sido dos participantes mais críticos relativamente à política de preços da GALP.
Numa das tuas últimas intervenções, em 15 de Janeiro, escreveste isto no tópico sobre o preço dos combustíveis:
Hoje escreveste isto no presente tópico da GALP:
Confesso que não entendo muito bem a tua posição: se achas que a GALP cheira a esgoto, porque queres participar nesse negócio?
Já pensaste que ao comprares acções desta empresa estás a investir no negócio que tanto criticas?
1 abraço,
Elias
Desde há vários meses que tens sido dos participantes mais críticos relativamente à política de preços da GALP.
Numa das tuas últimas intervenções, em 15 de Janeiro, escreveste isto no tópico sobre o preço dos combustíveis:
Merceeiro Escreveu:Galp volta a subir preços.
Que me lembre nunca desceu duas vezes na mesma semana...
É por estas e por outras que isto continua tudo a cheirar a esgoto.
Como disseram os Mão Morta, "há já muito tempo que o ar nesta latrina se tornou irrespirável"
Hoje escreveste isto no presente tópico da GALP:
Merceeiro Escreveu:Estou tentado a entrar nesta menina... tem aguentado os 9€.
Será de entrar ou vai corrigir? continua a pairar à volta dos 9.
Confesso que não entendo muito bem a tua posição: se achas que a GALP cheira a esgoto, porque queres participar nesse negócio?
Já pensaste que ao comprares acções desta empresa estás a investir no negócio que tanto criticas?
1 abraço,
Elias
- Mensagens: 35428
- Registado: 5/11/2002 12:21
- Localização: Barlavento
A última vez que fiz um negócio na bolsa foi em Agosto de 2008, ontem coloquei uma ordem para compra de Galp a 8.81, a ordem não foi exectuada, com o fecho dos states cancelei a ordem... foi pena!
De qualquer forma em mercados Bear (até ver inda estão) em cao de dúvida fico fora...
abraços
artista
De qualquer forma em mercados Bear (até ver inda estão) em cao de dúvida fico fora...
abraços
artista
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
In jornal de negocios:
Galp Energia participa na nova refinaria da Sonangol em AngolaAngola está entre os cinco principais produtores mundiais de petróleo. Em contrapartida, é deficitária em produtos refinados, tendo de importar a grande maioria (60%) dos combustíveis consumidos no país.
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Tânia Ferreira
tf@negocios.pt
Angola está entre os cinco principais produtores mundiais de petróleo. Em contrapartida, é deficitária em produtos refinados, tendo de importar a grande maioria (60%) dos combustíveis consumidos no país.
Para mudar este cenário, está a ser construída a refinaria do Lobito, em Benguela, que vai somar à refinaria de Luanda, ambas públicas. Mas o Governo angolano veio agora anunciar a construção de uma terceira unidade refinadora, que será privada, em local a definir.
Galp Energia participa na nova refinaria da Sonangol em AngolaAngola está entre os cinco principais produtores mundiais de petróleo. Em contrapartida, é deficitária em produtos refinados, tendo de importar a grande maioria (60%) dos combustíveis consumidos no país.
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Tânia Ferreira
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Angola está entre os cinco principais produtores mundiais de petróleo. Em contrapartida, é deficitária em produtos refinados, tendo de importar a grande maioria (60%) dos combustíveis consumidos no país.
Para mudar este cenário, está a ser construída a refinaria do Lobito, em Benguela, que vai somar à refinaria de Luanda, ambas públicas. Mas o Governo angolano veio agora anunciar a construção de uma terceira unidade refinadora, que será privada, em local a definir.
- Mensagens: 145
- Registado: 27/10/2008 12:15
- Localização: 4
O,K!
Não se enerve, não insista, não inove, não faça rigorosamente nada. E se tiver dúvidas, respire fundo 3 vezes!!! Se não resultar REBENTE BOLHAS: http://doiscliques.blogs.sapo.pt/145876.html
Se o fizer, eu, não irei, entrar, pois a experiencia, tem mostrado, que nessas alturas, VAI AINDA MAIS ! portanto vou aguardar, mais para o 2º trimestre...
essa é a minha ideia, posso contudo estar enganado, pois a Bolsa, é muito inconstante.
Estejam atentos e procedam em conformidade, com as vossas " cabeças" se fizerem asneira, foram vocês!OK!?
Bons negocios.
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- Registado: 29/11/2007 2:07
- Localização: ALBUFEIRA /Av. Montechoro ou Lisboa, P. Nações e....

