
Bolsa cai quase 3% e regista maior queda desde finais de Outubro
A bolsa nacional registou hoje a maior queda desde finais de Outubro e em mínimos de Setembro, penalizada essencialmente pelo sector da banca, principalmente o BES, que afundou quase 7%. O PSI-20 deslizou 2,84% com apenas a Semapa a valorizar, num dia em que os investidores voltam a demonstrar apreensão em relação às contas públicas nacionais.
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
Sara Antunes
saraantunes@negocios.pt
A bolsa nacional registou hoje a maior queda desde finais de Outubro e em mínimos de Setembro, penalizada essencialmente pelo sector da banca, principalmente o BES, que afundou quase 7%. O PSI-20 deslizou 2,84% com apenas a Semapa a valorizar, num dia em que os investidores voltam a demonstrar apreensão em relação às contas públicas nacionais.
O principal índice da bolsa nacional (PSI-20)7.895,75 pontos, com 19 acções em queda e uma em alta. Das 20 cotadas, uma fechou a perder mais de 6%, três mais de 4%, quatro mais de 3%, três mais de 2% e seis mais de 1%.
Os principais índices bolsistas europeus registaram quedas pouco acentuadas. As excepções são mesmo o índice português, o espanhol, que caiu 2,27%, e o grego, que também está a cair 2,11%. Os três países que têm estado sob os holofotes devido aos receios dos investidores em relação às suas contas públicas.
Estas quedas surgem numa altura em que os receios dos investidores se voltam a centrar em Portugal, depois da Grécia ter visto aprovado o seu plano de consolidação orçamental por parte da Comissão Europeia.
Já em relação a Portugal, o comissário dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia, afirmou que o país precisa de intensificar os esforços de redução do défice, o que estará a fazer com que os investidores pressionem agora a dívida pública portuguesa, em detrimento da grega. As “yields” das obrigações do tesouro a 10 anos dispararam, atingindo máximos de Março de 2009.
E estes sãos as principais causas para a queda da bolsa nacional. E como será de esperar, é a banca a mais fustigada.
A bolsa nacional registou hoje a maior queda desde finais de Outubro e em mínimos de Setembro, penalizada essencialmente pelo sector da banca, principalmente o BES, que afundou quase 7%. O PSI-20 deslizou 2,84% com apenas a Semapa a valorizar, num dia em que os investidores voltam a demonstrar apreensão em relação às contas públicas nacionais.
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
Sara Antunes
saraantunes@negocios.pt
A bolsa nacional registou hoje a maior queda desde finais de Outubro e em mínimos de Setembro, penalizada essencialmente pelo sector da banca, principalmente o BES, que afundou quase 7%. O PSI-20 deslizou 2,84% com apenas a Semapa a valorizar, num dia em que os investidores voltam a demonstrar apreensão em relação às contas públicas nacionais.
O principal índice da bolsa nacional (PSI-20)7.895,75 pontos, com 19 acções em queda e uma em alta. Das 20 cotadas, uma fechou a perder mais de 6%, três mais de 4%, quatro mais de 3%, três mais de 2% e seis mais de 1%.
Os principais índices bolsistas europeus registaram quedas pouco acentuadas. As excepções são mesmo o índice português, o espanhol, que caiu 2,27%, e o grego, que também está a cair 2,11%. Os três países que têm estado sob os holofotes devido aos receios dos investidores em relação às suas contas públicas.
Estas quedas surgem numa altura em que os receios dos investidores se voltam a centrar em Portugal, depois da Grécia ter visto aprovado o seu plano de consolidação orçamental por parte da Comissão Europeia.
Já em relação a Portugal, o comissário dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia, afirmou que o país precisa de intensificar os esforços de redução do défice, o que estará a fazer com que os investidores pressionem agora a dívida pública portuguesa, em detrimento da grega. As “yields” das obrigações do tesouro a 10 anos dispararam, atingindo máximos de Março de 2009.
E estes sãos as principais causas para a queda da bolsa nacional. E como será de esperar, é a banca a mais fustigada.