OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Erras tanto nisso quanto erraste sobre eu ser do BE ou do PS. A única coisa que não percebi é se alguma vez te arrependeste de votar no MRPP, no PCP ou no PS de Sócrates e Costa
Tu dizes que erro, mas acho que te estás a enganar a ti próprio, a tua narrativa não engana, é como o algodão.
Nunca me arrependi dos meus votos, as circunstâncias eram diferentes, embora eu tenha mudado um pouco a minha maneira de pensar, quem mais mudou foram os partidos em quem votei.
O PCP era um partido que estava ao lado dos trabalhadores e defendia a classe trabalhadora nacional, agora nada mais faz que falar do grande capital, os males do país são todos causados pelo grande capital.
O PS tornou-se uma fotocópia do Bloco de Esquerda fazendo alianças com partidos anti europa e anti democracia para assaltar o poder.
Tinha votado no Costa, mas o meu voto não previa assalto ao poder. Na minha democracia, deve governar quem ganha e no fim de 4 anos ir a julgamento, sendo o juiz, o povo.
Sobre o MRPP, sinceramente nem sei se cheguei a votar, estava na moda logo a seguir ao 25 Abril, mas ainda não tinha idade para votar e devo entretanto ter mudado para o PCP com quem simpatizei. Tinha total desconhecimento sobre a politica e os partidos, os politicos para mim não existia, essa corja de bem falantes mas maus executantes.
Era um tempo feliz, sem ter preocupações com essa classe.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Fazes bem, fazes mal é em dizer que ías falar menos.
Apenas constatei a tua incoerência.
Não disse que ia falar menos. Disse que ia “tentar” :-)
previsor Escreveu:O Chega e o Ventura são ruído e vou tentar falar cada vez menos deles.
Gosto de mostrar como o André Ventura e o Chega são hipócritas e falsos, e o André Ventura e o Chega dão constantemente motivos para isso. O Chega também podia ajudar-me a não falar. Basta não fazer nada que fosse idiota. Mas eu não vou falar diariamente do Chega… vou só falar de vez em quando… quando calhar
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Que te andes a enganar a ti próprio, é uma coisa, que tentes enganar os outros, é outra coisa. Uma consegues, outra não.
Tens pesadelos e vives amedrontado por esse diabo.
És uma fotocópia clara, de D. Quixote.
Erras tanto nisso quanto erraste sobre eu ser do BE ou do PS. A única coisa que não percebi é se alguma vez te arrependeste de votar no MRPP, no PCP ou no PS de Sócrates e Costa
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Que te andes a enganar a ti próprio, é uma coisa, que tentes enganar os outros, é outra coisa. Uma consegues, outra não.
Tens pesadelos e vives amedrontado por esse diabo.
És uma fotocópia clara, de D. Quixote.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Fazes bem, fazes mal é em dizer que ías falar menos.
Apenas constatei a tua incoerência.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:Que que eu posso dizer , reduzir Pessoa à sua morte por cirrose é empobrecer o debate.
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
Não reduzi Pessoa à sua morte por doença.
Coloquei também uma citação dele, melancólica e de frustração pessoal, do mesmo livro da citação que disseste:
“O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.” — Fernando Pessoa, Livro do Desassossego (Bernardo Soares)
Há tristeza nas palavras dele, não felicidade.
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Re: OT - Políticas para Portugal
Que que eu posso dizer , reduzir Pessoa à sua morte por cirrose é empobrecer o debate.
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
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Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:O provisor é o oposto de Pessoa que dizia numa bela e extraordinário frase :
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
Ele não foi muito feliz. Morreu aos 47 anos devido a cirrose hepática provocada pelo alcoolismo
Esta frase também é do mesmo livro:
“O meu passado é tudo aquilo que não consegui ser.”
Re: OT - Políticas para Portugal
O provisor é o oposto de Pessoa que dizia numa bela e extraordinário frase :
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
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Re: OT - Políticas para Portugal
É Chega, ninguém leva a mal
Se calhar, por estarmos na época do Carnaval e ninguém levar a mal, comecei a pensar como assenta que nem uma luva essa frase no caso do partido Chega. O Chega goza de uma imunidade impressionante. O que normalmente seria intolerável em qualquer outro partido, no caso do Chega e para os seus fervorosos apoiantes, nada parece abalar.
Imagine, por alguns momentos, as ações praticadas pelo partido Chega a serem praticadas por um outro partido qualquer do dito sistema. O que não seria se fossem relatados pelos próprios.
Senão vejamos: apesar do Chega não ter ainda praticamente nenhuma responsabilidade executiva, pois apenas conta com três Salazares, que é como quem quer dizer, três Câmaras Municipais, a verdade é que, dentro do seu raio de ação, saltam já à vista imensos casos e casinhos que fariam corar qualquer um, mas claro, não o Chega, que de facto goza de um estatuto especial.
Para o Chega, é possível ter na sua bancada parlamentar vários deputados com casos judiciais, desde dívidas, ameaças, difamação, incitamento ao ódio, agressão, violação, ocultação de informação, plágio e, imagine-se, violação das regras de imigração. É este estado de graça que tem atraído novos militantes para o Chega, oriundos dos vários quadrantes políticos, militantes estes que, de repente, se radicalizam, passando a criticar tudo e todos, para se ajustarem convenientemente ao pensamento ultraconservador do Chega.
A mim preocupa-me a forma como se manipula a informação para obter dividendos políticos, por exemplo nas redes sociais, para maximizar o impacto da mensagem e enviesar a opinião pública a seu favor. Nesse aspeto, claro que o Chega dá dez a zero a qualquer outro. Já por várias vezes foram apanhados a fazer manipulação de imagens e vídeos para que possam parecer aquilo que não são. Para dar uma ideia de que os imigrantes vêm para abusar do nosso sistema de saúde, não têm problemas em manipular uma imagem de uma sala de espera de um hospital para que parecesse estar cheia de imigrantes. Mas também o ridículo de acrescentar um filtro de chuva torrencial a um vídeo com Ventura a encher uma carrinha com bens para ajudar as famílias, para criar um impacto maior na sua ação.
É mesmo impressionante o ponto a que se chegou: não se olha a meios para transmitir a mensagem que se quer transmitir. Se sentem que há um ganho possível, então faz-se. É que é o Chega, ninguém leva a mal.
Com esta militância, imagine-se o que vai acontecer quando um dia tiverem mais poder nas mãos. Imagine-se, por um minuto, que passam a ser responsáveis pelo Governo e que a normalidade passa a ser este tipo de manipulação de conteúdos para apresentar uma imagem que não corresponde à realidade. Imagine o retrocesso civilizacional que isso corresponderá para a nossa sociedade.
Os sinais estão todos presentes: veem-se nas pequenas coisas, nas manipulações que são proporcionais à responsabilidade que têm. Vê-se também no modo de funcionar, de ataque constante, manifestando uma total intolerância para os outros, mas elevada permissividade para os seus. Vê-se na instabilidade que representam para o país.
Se hoje criticamos muita coisa, fazemos porque essa informação é pública e fazemos porque vivemos num país que, apesar de todos os seus defeitos, é livre. Não vivemos num país condicionado na sua opinião.
E, aproveitando para ligar os pontos, a manipulação de informação é, em si, uma forma de corrupção, pois distorce e mina a confiança nas instituições e manipula o comportamento político. Mas, como é o Chega, ninguém leva a mal.
https://www.jm-madeira.pt/opiniao_croni ... HJ19675839
Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:Se, em vez de prender, expulsar ou eliminar os criadores de riqueza, tivessem deixado “os camelos trabalhar” e depois tributado a prosperidade gerada, talvez o resultado económico tivesse sido diferente nas repúblicas populares.
Camelos há muitos faltam os cavalos de corrida.
Esses correm noutras pistas.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Penso ter lido que cada vez irias falar menos do Ventura, após essa publicação, julgo que para aí 90% dos teus comentários são sobre o Chega e Ventura.
Pode continuar pois ninguém te impede,
Admiro a tua coerência.
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Penso ter lido que cada vez irias falar menos do Ventura, após essa publicação, julgo que para aí 90% dos teus comentários são sobre o Chega e Ventura.
Pode continuar pois ninguém te impede,
Admiro a tua coerência.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:O que aconteceu em Loures
Em 2017, quando era candidato pelo Partido Social Democrata (PSD) à Câmara Municipal de Loures, Ventura foi investigado no âmbito de um processo que depois ficou conhecido como parte do caso Tutti Frutti — uma investigação maior sobre corrupção e favorecimentos a militantes em diferentes partidos. 
A investigação centrou‑se, entre outras situações, na contratação de dois assessores no gabinete de apoio aos vereadores do PSD em Loures, nomeadamente Rodrigo Taxa (que viria a ser deputado do Chega) e Eric Habibo. Havia dúvidas se esses contratos eram de trabalho efetivo ou se se trataria de “assessores fantasma” — ou seja, pessoas que foram contratadas, mas que supostamente não prestaram qualquer trabalho real.
Porque foi investigado
O Ministério Público (MP) chegou a considerar se poderia haver crimes de burla e falsificação de documentos, por haver suspeitas de que os contratos teriam sido celebrados sem que ali existisse trabalho prestado ou efetiva prestação de serviço. 
Como acabou por não haver acusação
O processo acabou arquivado porque o MP não encontrou provas suficientes de que os contratos tivessem sido feitos com a intenção de criar assessores que não exercessem funções (isto é, “fantasmas”). 
Segundo o jornal Público, o motivo principal foi que:
• os contratos foram anulados por pedido do próprio Ventura antes mesmo de terem sido executados,
• e não foi possível comprovar que já havia uma combinação prévia ou intenção entre os contratados e quem os propôs para que aquilo fossem verdadeiros “assessores fantasmas”. 
Ou seja, não havia provas claras de que se tratasse de um esquema planeado para beneficiar pessoas sem que trabalhassem. Assim, não se avançou com acusação formal, mas sim com arquivamento por falta de provas. 
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Re: OT - Políticas para Portugal
Há quem não amadureça e continue preso a infantilidades e imbecilidades. Nada é simplesmente mau ou bom , existe a realidade, que pode ser boa ou má.
Mas a realidade é quase sempre complicada, especialmente para quem ainda não cresceu. O presidente da Câmara de Nova York enfrenta um dilema , aumentar os impostos sobre o património em 10%, tributar as empresas e os ricos, ou ambos.
O problema é que qualquer aumento de impostos pode acelerar o êxodo de empresas e pessoas ricas para estados como a Flórida e o Texas.
Por isso o Chega será igual aos outros se for poder .
Mas a realidade é quase sempre complicada, especialmente para quem ainda não cresceu. O presidente da Câmara de Nova York enfrenta um dilema , aumentar os impostos sobre o património em 10%, tributar as empresas e os ricos, ou ambos.
O problema é que qualquer aumento de impostos pode acelerar o êxodo de empresas e pessoas ricas para estados como a Flórida e o Texas.
Por isso o Chega será igual aos outros se for poder .
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Re: OT - Políticas para Portugal
No Chega não só a ideologia é má como tudo o resto também é mau .
Re: OT - Políticas para Portugal
Pelo que escreves, até se devia fazer uma festa. Afinal, parece que não há grande perigo o fascismo não existe e tudo não passa de uma simples luta por lugares.
Não vejo estes dirigentes como algo substancialmente diferente dos outros. No fundo, querem o mesmo , espaço, influência, um lugar à mesa do poder.
A diferença é que, não tendo espaço dentro dos partidos instalados, procuraram outra via. Quando não há lugar nas estruturas existentes, cria-se uma alternativa.
No fim, a política acaba muitas vezes por ser menos ideológica do que aparenta e mais uma disputa por posicionamento, protagonismo e oportunidade.
Não vejo estes dirigentes como algo substancialmente diferente dos outros. No fundo, querem o mesmo , espaço, influência, um lugar à mesa do poder.
A diferença é que, não tendo espaço dentro dos partidos instalados, procuraram outra via. Quando não há lugar nas estruturas existentes, cria-se uma alternativa.
No fim, a política acaba muitas vezes por ser menos ideológica do que aparenta e mais uma disputa por posicionamento, protagonismo e oportunidade.
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Re: OT - Políticas para Portugal
O que aconteceu em Loures
Em 2017, quando era candidato pelo Partido Social Democrata (PSD) à Câmara Municipal de Loures, Ventura foi investigado no âmbito de um processo que depois ficou conhecido como parte do caso Tutti Frutti — uma investigação maior sobre corrupção e favorecimentos a militantes em diferentes partidos. 
A investigação centrou‑se, entre outras situações, na contratação de dois assessores no gabinete de apoio aos vereadores do PSD em Loures, nomeadamente Rodrigo Taxa (que viria a ser deputado do Chega) e Eric Habibo. Havia dúvidas se esses contratos eram de trabalho efetivo ou se se trataria de “assessores fantasma” — ou seja, pessoas que foram contratadas, mas que supostamente não prestaram qualquer trabalho real.
Porque foi investigado
O Ministério Público (MP) chegou a considerar se poderia haver crimes de burla e falsificação de documentos, por haver suspeitas de que os contratos teriam sido celebrados sem que ali existisse trabalho prestado ou efetiva prestação de serviço. 
Como acabou por não haver acusação
O processo acabou arquivado porque o MP não encontrou provas suficientes de que os contratos tivessem sido feitos com a intenção de criar assessores que não exercessem funções (isto é, “fantasmas”). 
Segundo o jornal Público, o motivo principal foi que:
• os contratos foram anulados por pedido do próprio Ventura antes mesmo de terem sido executados,
• e não foi possível comprovar que já havia uma combinação prévia ou intenção entre os contratados e quem os propôs para que aquilo fossem verdadeiros “assessores fantasmas”. 
Ou seja, não havia provas claras de que se tratasse de um esquema planeado para beneficiar pessoas sem que trabalhassem. Assim, não se avançou com acusação formal, mas sim com arquivamento por falta de provas. 
Editado pela última vez por previsor em 18/2/2026 14:36, num total de 1 vez.
Re: OT - Políticas para Portugal
Em pouco mais de quatro meses após as autárquicas, já sete vereadores eleitos pelo Chega deixaram o Chega, e o motivo por detrás é a imposição de tachos, e o chega diz ser contra os tachos.
O Chega é provavelmente o partido mais falso que já houve na democracia portuguesa. É um partido formado pelos piores elementos dos outros partidos. Este Miguel Castro era militante do PSD, não tinha qualquer cargo no partido e acabou por se tornar presidente da direção regional do Chega na Madeira
O Chega é provavelmente o partido mais falso que já houve na democracia portuguesa. É um partido formado pelos piores elementos dos outros partidos. Este Miguel Castro era militante do PSD, não tinha qualquer cargo no partido e acabou por se tornar presidente da direção regional do Chega na Madeira
Luís Filipe Santos e Jorge Afonso Freitas passam a independentes após semanas de tensão entre a direção regional do partido e os dois vereadores eleitos pelo Chega para a Câmara do Funchal. Os desentendimentos começaram quando, sem aviso, Miguel Castro impôs uma assessora aos dois
https://expresso.pt/politica/poder-loca ... --19558c36
Os sete vereadores que se desvincularam do Chega ou passaram a independentes até agora são:
1. Ana Simões Silva – Lisboa
2. Maria Lencastre Portugal – Coimbra
3. Rui Campos Silva – Odemira
4. Luís Saraiva – Mirandela
5. Maria Inês Louro – Azambuja
6. Jorge Afonso Freitas – Funchal
7. Luís Filipe Santos – Funchal
Re: OT - Políticas para Portugal
Não vejo o Lenine orgulhoso porque foi ineficaz.
Se olharmos para a história, talvez o erro dos Linines não tenha sido querer redistribuir riqueza, mas sim destruir quem a produzia.
Se, em vez de prender, expulsar ou eliminar os criadores de riqueza, tivessem deixado “os camelos trabalhar” e depois tributado a prosperidade gerada, talvez o resultado económico tivesse sido diferente nas repúblicas populares.
Se olharmos para a história, talvez o erro dos Linines não tenha sido querer redistribuir riqueza, mas sim destruir quem a produzia.
Se, em vez de prender, expulsar ou eliminar os criadores de riqueza, tivessem deixado “os camelos trabalhar” e depois tributado a prosperidade gerada, talvez o resultado económico tivesse sido diferente nas repúblicas populares.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Em 2025, cada português pagou em média quase sete mil euros em impostos. Comparativamente com 2024, este é um aumento de 352 euros. Na última década, o montante total de impostos só caiu na pandemia.
Em 2025, os impostos voltaram subir, desta vez 352 euros em relação ao ano anterior e 2300 euros por habitante relativamente a 2016. Só no ano passado, o Estado arrecadou mais de 99 milhões de euros em receita fiscal do que o inicialmente orçamentado.
De acordo com os dados, divulgados esta quarta-feira pelo Jornal de Notícias com base no INE, cada português pagou 6728,73 euros em impostos em 2025. É este um aumento de 5,5% face a 2024 e de 52,2% relativamente a 2016.
Lenine estaria orgulhoso.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
During the years 2021 to 2025, China’s submarine building surpassed that of the US in both numbers of subs launched – 10 to 7 – and tonnage – 79,000 to 55,500, says the report, which looked at shipyard satellite imagery to draw estimates of China’s construction.
Os USA sao os maior consumidores de oil pela sede do tio sam.
A Europa andou a caminhar num mundo feito de algodao doce. Agora os USA mal podem com a China quanto mais com Russia + China.
As emissoes vao ter de subir muito na Europa se quiserem continuar a manter a indenpendencia da Russia.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
Homem tenta raptar bebé à porta de supermercado em Itália. Há vídeo
Um homem, de nacionalidade romena e em situação de sem-abrigo, pegou à força numa menina de 18 meses que ia a sair de um supermercado em Bérgamo, Itália, de mão dada com a mãe. A criança sofreu uma fratura do fémur.
https://www.noticiasaominuto.com/mundo/ ... a-ha-video
Não coloco a notícia por causa da nacionalidade da pessoa, mas por causa do crime. Acho que o caso Epstein pode também contribuir para aumentar estes casos. Acho que às vezes existem pessoas a querer copiar. (Embora no caso Epstein eram maioritariamente menores entre os 14 e os 17 anos.)
Fiz uma pesquisa rápida e nos eua encontrei vários casos destes nos últimos meses
Re: OT - Políticas para Portugal
Não dei nenhuma desculpa.
Apenas disse que o Pedro Nuno Santos teve mais votos que o André ventura e dei a minha interpretação. O q aconteceu ao PS de Pedro Nuno Santos aconteceu também parecido ao psd de Rui rio quando votou contra o orçamento do PS do Costa. O Costa depois ganhou com maioria absoluta. Nessa vez o chega não ultrapassou o psd também porque ainda não era tão popular os movimentos populistas de extrema direita.
Ter mais um ou dois deputados não é nada relevante. Serve só para um dizer que é a segunda força neste momento e para politiquices.
O ponto que parece mais relevante é que historicamente não deu resultado derrubar os governos no parlamento sem que os primeiros ministros se demitam, a não ser que haja uma maioria contrária no parlamento e se consiga evitar eleições como fez o Costa quando derrubou o governo do passos coelho. Isso também teve um contexto muito especial de crise financeira e por causa da crise o Cavaco não marcou novas eleições
Apenas disse que o Pedro Nuno Santos teve mais votos que o André ventura e dei a minha interpretação. O q aconteceu ao PS de Pedro Nuno Santos aconteceu também parecido ao psd de Rui rio quando votou contra o orçamento do PS do Costa. O Costa depois ganhou com maioria absoluta. Nessa vez o chega não ultrapassou o psd também porque ainda não era tão popular os movimentos populistas de extrema direita.
Ter mais um ou dois deputados não é nada relevante. Serve só para um dizer que é a segunda força neste momento e para politiquices.
O ponto que parece mais relevante é que historicamente não deu resultado derrubar os governos no parlamento sem que os primeiros ministros se demitam, a não ser que haja uma maioria contrária no parlamento e se consiga evitar eleições como fez o Costa quando derrubou o governo do passos coelho. Isso também teve um contexto muito especial de crise financeira e por causa da crise o Cavaco não marcou novas eleições
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
O Pedro Nuno Santos teve muito mais votos do que o André Ventura nas primeiras legislativas que disputaram. Na segunda vez também teve mais votos do que o Ventura. Ficou atrás em número de deputados por causa dos deputados da emigração, apesar de ter tido mais votos. Foi a primeira vez que um partido com mais votos ficou com menos deputados do que outro com menos votos.
Ele foi castigado porque não se absteve na moção de confiança, e os portugueses não costumam perdoar esse tipo de decisões ao PS nem ao PSD. Não gostam que os governos sejam deitados abaixo no parlamento. O Pedro Nuno Santos sabia que corria esse risco, pela história, mas não tem perfil para ser oposição durante vários anos e fez all in para tentar a desforra, e perdeu. Eu compreendo isso, mas acho que devia ter saído como deputado. Ele continua como deputado e escolheu os deputados da bancada do PS, e isso condiciona o trabalho do novo líder do PS. É curioso que foi ele quem lançou o nome do Seguro para as presidenciais, e o seguro ganhou.
Facto, o Chega é a segunda força do parlamento, relegou o PS de Pedro Nuno Santos para terceiro, podes tentar arranjar as desculpas que quiseres, mas o fato é esse. àh e tal teve menos votos, mas qual é o sistema eleitoral vigente no país não foi cumprido. Se formos a ver houve milhares de votos que para nada serviram, já que nos seus circulos eleitorais não elegeram deputados.
O Pedro Nuno Santos, perdeu por muitos motivos. Por ser populista, por ser mentiroso, por ser radical, por ser o principal responsável pela geringonça.
Claro que foi ele que primeiro avançou com o nome de Seguro, mas só quem consegue ver apenas para a frente, não se apercebe o que se passa na lateral.
Claramente que no PS, já todos sabiam das intenções de Seguro e a sua força. Então qual a melhor forma de arrasar de vez com o Seguro, nada mais que o lançar às feras. Ele que avance, que nós a seguir lançamos outro candidato, como quase todos tentaram, lançando o nome do António Vitorino.
Basta ver as declarações de grandes figuras do PS e também de fracas figuras, como a Isabel Moreira a apoiar a Catarina Martins. Todos a tentar arrasar o Seguro.
Por isso, os grandes derrotados destas eleições, não foi o Ventura, foi mesmo o PS. Foi um elefante que tiveram de engolir, e agora vêm todos, hipocritamente, cantar vitória. O Augusto Santos Silva e o Costa estão com um melão.
Que nunca por vencidos se conheçam
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