off-topic - ensino em portugal
Sem dúvida. Os alunos com excepções claro, são globalidade muito incultos, e preguiçosos. Ora se vão para casa ver morangos e apanhar bebedeiras de caixão á cova, ao fim de semana, a culpa só pode ser dos pais. E o pior é que depois também os professores entram no circulo vicioso e facilitam muito, principalmente até ao 10º ano. Quero ressalvar, que nos alunos do secundário que estão em turmas, que necessitam de ir a exame nacional, para ingresso na universidade, isso não se verifica normalmente, mas nas restantes...
In God we trust, all others bring data.
A culpa de andarem tantos alunos, no secundário com dois ou mais anos de atraso, é dos pais. Os pais fazem a vontade todas aos filhos, e querem que todos sejam doutores. Alguns são mesmo burros, mas a maior parte deles não faz mais do que alegremente estoirar o dinheiro dos pais. Se eu tivesse reprovado dois anos de certeza que a minha mãe, me punha fora da escola e se calhar ainda levava no focinho.
E já agora Pata, sabes que o principal critério para os pais escolherem uma escola para os filhos ( no público), são as médias, dos alunos dessa escola ? Logo se a escola quer manter as portas abertas, e os professores as suas horas, só há uma solução...

E já agora Pata, sabes que o principal critério para os pais escolherem uma escola para os filhos ( no público), são as médias, dos alunos dessa escola ? Logo se a escola quer manter as portas abertas, e os professores as suas horas, só há uma solução...
In God we trust, all others bring data.
re
citação: "Está é nas mãos dos professores e não de mais alguém que os alunos estão nos níveis correctos"
eheheh... pois é, é mais fácil bater no ceginho que no que provocou a cegueira... é mais fácil reclamar com quem está à frente de um balcão (mesmo não sendo culpado da situação) que reclamar com o os donos do negócio que impõem as regras e as "regras".. é mais fácil desancar nos profs que estão ali à mão de semear que nos "pedadogos" e nos tecnocratas do Min. e das Dir Gerais disto e daquilo que criaram as engrenagens da podridão e do engano em que está o ensino básico.... E preparem-se... porque a burocracia e as pedagogias " do sucesso" vão alargar-se até ao 12º... falta pouco.
eheheh... pois é, é mais fácil bater no ceginho que no que provocou a cegueira... é mais fácil reclamar com quem está à frente de um balcão (mesmo não sendo culpado da situação) que reclamar com o os donos do negócio que impõem as regras e as "regras".. é mais fácil desancar nos profs que estão ali à mão de semear que nos "pedadogos" e nos tecnocratas do Min. e das Dir Gerais disto e daquilo que criaram as engrenagens da podridão e do engano em que está o ensino básico.... E preparem-se... porque a burocracia e as pedagogias " do sucesso" vão alargar-se até ao 12º... falta pouco.
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- Registado: 17/11/2005 1:02
.Kostta, pouca gente tem pré-aviso quando vai ter trabalho extra. E pouca gente é reconhecida por o fazer porque o haver trabalho extra é algo que normal na maior parte das profissões
pode ser normal para ti e para quem tu conheces. quase toda a gente que conheço é recompensado quando faz trabalho extra (não necessariamente da forma monétaria)
Mais uma vez, parece que não se chumbam alunos porque dá muito trabalho explicar os chumbos.... afinal, se calhar os professores são responsaveis por ter turmas com alunos que não deveriam estar nessas turmas. São repetentes/burros? serão repetentes até estar a nível de passarem. Está é nas mãos dos professores e não de mais alguém que os alunos estão nos níveis correctos. Na minha é que não está de certezinha.
quem define as politicas educativas nao sao os profs nas escolas, mas sim os senhores do ministerio.são eles que dizem que em anos nao terminais de ciclo os alunos passam com 3 negativas, são eles que dizem que mesmo que o aluno tenha 10 negativas, o conselho de turma pode passa-lo, são eles que definem o curriculo nacional, são eles que mandam trabalhar nas aulas competencias, competencias essas que nao sao visiveis nos exames nacionais. são eles que mandam ter em conta a simples pesença na sala de aula como meio passo para ter nivel positivo no final de periodo.são eles,etc, etc.etc.
Kostta, pouca gente tem pré-aviso quando vai ter trabalho extra. E pouca gente é reconhecida por o fazer porque o haver trabalho extra é algo que normal na maior parte das profissões.
Mais uma vez, parece que não se chumbam alunos porque dá muito trabalho explicar os chumbos.... afinal, se calhar os professores são responsaveis por ter turmas com alunos que não deveriam estar nessas turmas. São repetentes/burros? serão repetentes até estar a nível de passarem. Está é nas mãos dos professores e não de mais alguém que os alunos estão nos níveis correctos. Na minha é que não está de certezinha.
Mais uma vez, parece que não se chumbam alunos porque dá muito trabalho explicar os chumbos.... afinal, se calhar os professores são responsaveis por ter turmas com alunos que não deveriam estar nessas turmas. São repetentes/burros? serão repetentes até estar a nível de passarem. Está é nas mãos dos professores e não de mais alguém que os alunos estão nos níveis correctos. Na minha é que não está de certezinha.
nao conheço o contorno da historia, mas todos os agrupamentos de escola têm um regulamente e aí é que está definido o horario das actividades a desvolvoer na escola.
Ó problema parece estar no facto de nao haver auxiliares para vigiar os alunos após as 17h30m. E a prof. como termina às 17.30, quer ir à vida dela (com toda a legitimidade.
Não irá encontrar lei sobre isto para além dos documentos da propria escola7agrupamento
Ó problema parece estar no facto de nao haver auxiliares para vigiar os alunos após as 17h30m. E a prof. como termina às 17.30, quer ir à vida dela (com toda a legitimidade.
Não irá encontrar lei sobre isto para além dos documentos da propria escola7agrupamento
isto para ser enquadrado com mais logica, a questão é os pais irem buscar os filhos após as 17:30 até cerca das 18:00 devido aos horarios laborais, e para evitarem pagar um balurdio pelo ctl so por 1/2 hora, e a resposta obtida foi a chamada da GNR.
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
eu estava mesmo interessado em saber o que diz a lei sobre esta matéria, o regulamento interno não é especifico, a questão é um prof. dizer aos pais o seguinte:
quem não estiver aqui ás 17:30 para vir buscar os filhos, chama-se a GNR (escola segura) e participa-se o caso
---isto é com sentido literal---
(isto é uma parte do ensino
)
quem não estiver aqui ás 17:30 para vir buscar os filhos, chama-se a GNR (escola segura) e participa-se o caso

(isto é uma parte do ensino

Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
o regulamente interno deve falar da questão da possibilidade ou nao da permanencia em recinto escolarcharles Escreveu:Ainda dentro do tema escola, sobre regulamentos que regem os horarios das escolas de 1º ciclo, e sobre o periodo de duração dos seguros escolares relativamente á permanência de um aluno dentro do perimetro escolar, mesmo sendo depois das 17:30, alguem me pode dar informaçoes ou sabe de links oficias relativos a este tema, já me fartei de procurar na DRREL e não encontro nada que responda objectivamente a algumas questões sobre as quais tenho duvidas, agradecia que quem estivesse dentro do assunto pudesse partilhar essa informação.
a questão objectiva é:
depois do horario de saida das 17:30, pode um aluno permanecer dentro da escola 30 minutos esperando pelos encarregados de educação, e está ou não coberto pelo seguro escolar após as 17:30 estando dentro do estabelecimento de ensino?
obrigado
Ainda dentro do tema escola, sobre regulamentos que regem os horarios das escolas de 1º ciclo, e sobre o periodo de duração dos seguros escolares relativamente á permanência de um aluno dentro do perimetro escolar, mesmo sendo depois das 17:30, alguem me pode dar informaçoes ou sabe de links oficias relativos a este tema, já me fartei de procurar na DRREL e não encontro nada que responda objectivamente a algumas questões sobre as quais tenho duvidas, agradecia que quem estivesse dentro do assunto pudesse partilhar essa informação.
a questão objectiva é:
depois do horario de saida das 17:30, pode um aluno permanecer dentro da escola 30 minutos esperando pelos encarregados de educação, e está ou não coberto pelo seguro escolar após as 17:30 estando dentro do estabelecimento de ensino?
obrigado
a questão objectiva é:
depois do horario de saida das 17:30, pode um aluno permanecer dentro da escola 30 minutos esperando pelos encarregados de educação, e está ou não coberto pelo seguro escolar após as 17:30 estando dentro do estabelecimento de ensino?
obrigado
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Pata-Hari Escreveu:Kostta, é uma chatice. Corrigir testes é uma parte conhecida do trabalho de professor. Não é uma surpresa que te aparece agora. A mim aparece-me trabalho extra diáriamente, por vezes não almoço, por vezes não tenho fim-de-semana, por vezes chego tarde a casa. Quando me fartar, despeço-me. Até lá, continuo contente por trabalhar e por ter trabalho e por o meu chefe me pagar. Não faças essas afirmações que são exactamente o que deixa toda a gente que paga os ordenados dos professores das escolas públicas através dos impostos, desvairados. Lembra-me as empregadas que cá tenho em casa e que se queixam que há roupa e trabalho (nunca à minha frente mas, cá em casa, as paredes têm ouvidos). Eu costumo dizer que se não houvesse roupa, não havia trabalho nem emprego.
claro que é uma surpresa, pois apenas fui informado na 3ª feira e apenas alguns é que o fazemos.
Eu não me recuso a trabalhar e a prova é que estou a trabalhar em projectos inovadores que ninguem me pediu e que eu juntamente com outros colegas estamos a lançar. A questão é mesmo a falta de tempo.As aulas e esses projectos já me levam muitas mais horas que o horario semanal.
Para fazer a correcção das provas só se for pela noite dentro, pois nao tenho outra hipotese, nao podendo descansar e destruindo a situação familiar.
Kostta, é uma chatice. Corrigir testes é uma parte conhecida do trabalho de professor. Não é uma surpresa que te aparece agora. A mim aparece-me trabalho extra diáriamente, por vezes não almoço, por vezes não tenho fim-de-semana, por vezes chego tarde a casa. Quando me fartar, despeço-me. Até lá, continuo contente por trabalhar e por ter trabalho e por o meu chefe me pagar. Não faças essas afirmações que são exactamente o que deixa toda a gente que paga os ordenados dos professores das escolas públicas através dos impostos, desvairados. Lembra-me as empregadas que cá tenho em casa e que se queixam que há roupa e trabalho (nunca à minha frente mas, cá em casa, as paredes têm ouvidos). Eu costumo dizer que se não houvesse roupa, não havia trabalho nem emprego.
horário de expediente
kostta Escreveu:terá logica corrigir mais de 1200 exercícios em 10 dias fora da "hora de expediente"? será que a qualidade quer das aulas quer das correcções nao fica abalada?
Bem... Na verdade, pelo que vejo dos professores que tenho na família, o horário de trabalho não são 40h semanais como o das outras pessoas. Pelo que terá de corrigir os testes fora do horário lectivo (26h semanais, mais coisa menos coisa) mas dentro do horário de trabalho.
Estando o ano lectivo no final, já não há grandes preparações de aulas para fazer que ocupem a totalidade do horário de trabalho não-lectivo por forma a fazer a correcção dos testes extravasar para fora do horário de trabalho.
HappyFather
http://caprichosdebolsa.blog.pt/ (inactivo)
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1º no ensino básico, principalmente, os alunos são avaliados tendo em conta a componente cognitiva e componente socio-afectiva. essa componente socio-afectiva, nao é avaliada nem em provas de aferição nem em exames, levando a grandes diferenças de provas.
2º os alunos sºao trabalhados tendo em conta competências, mas muitas dessascompetências não sao avalidas em exames. a competência oral é avaliada em que exame?
3º esta treta só serve para dar trabalho. terei +- 10 dias para corrigir 60 provas, cada uma delas com 20/25 exercícios, nao tendo qualquer dispensa de serviço para o fazer, nem qualquer remuneração extra. já sei que na proxima semana a cama vai ser um local de passagem mesmo. terá logica corrigir mais de 1200 exercícios em 10 dias fora da "hora de expediente"? será que a qualidade quer das aulas quer das correcções nao fica abalada?
2º os alunos sºao trabalhados tendo em conta competências, mas muitas dessascompetências não sao avalidas em exames. a competência oral é avaliada em que exame?
3º esta treta só serve para dar trabalho. terei +- 10 dias para corrigir 60 provas, cada uma delas com 20/25 exercícios, nao tendo qualquer dispensa de serviço para o fazer, nem qualquer remuneração extra. já sei que na proxima semana a cama vai ser um local de passagem mesmo. terá logica corrigir mais de 1200 exercícios em 10 dias fora da "hora de expediente"? será que a qualidade quer das aulas quer das correcções nao fica abalada?
Pata - Hari
Não posso estar mais de acordo.
Mediocridade leva à mediocridade, mas parece ser algo que já faz parte do sistema da referida escola.
Quando alguém, vindo de fora tenta avaliar os alunos pelo que realmente são, é apontado e questionado acerca das notas que dá.
Necessita de justificar muito bem e fazer tudo, possível e impossível, para que o aluno transite de ano. Relatórios, Planos de trabalho, etc.
Se, ainda assim, o aluno tiver nível negativo, a culpa é do professor que não adequou o ensino e a avaliação ao aluno em causa.
Acredite, um desespero para quem está dentro e em desacordo.
Não posso estar mais de acordo.
Mediocridade leva à mediocridade, mas parece ser algo que já faz parte do sistema da referida escola.
Quando alguém, vindo de fora tenta avaliar os alunos pelo que realmente são, é apontado e questionado acerca das notas que dá.
Necessita de justificar muito bem e fazer tudo, possível e impossível, para que o aluno transite de ano. Relatórios, Planos de trabalho, etc.
Se, ainda assim, o aluno tiver nível negativo, a culpa é do professor que não adequou o ensino e a avaliação ao aluno em causa.
Acredite, um desespero para quem está dentro e em desacordo.
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- Registado: 30/11/2006 20:26
Brincar com as pessoas ?! Quem ?
"Brincar com as pessoas
Hoje, 250 mil alunos realizaram a prova de «aferição» em Língua portuguesa. Um exame? Um teste? Nada disso. É só para chatear. Ah, sim e não haver aulas.
Avaliar os estudantes? Credo. Coitadinhos. Como se pode aferir os conhecimentos quando tantos tem dificuldades sócio-económicas? Avaliar o trabalho dos professores? Credo. Coitadinhos. As diferentes condições sócio-culturais dos seus alunos são tão dispares que o eventual esforço de ensino que façam é aparentemente inútil.
Mas, mesmo com o ministério a reconhecer a inutilidade da coisa, nem assim este se livra da «grave supeição» avançada pela inevitável FENPROF. Vejam lá que acusa «O Ministério de Lurdes Rodrigues parece pretender que as referidas provas sejam mais um mecanismo de avaliação e responsabilização das escolas e dos professores, caso as classificações dos alunos venham a ser baixas"».
Caramba. Os alunos tiram más notas e isso tem alguma coisa a ver com aqueles que ensinam? Não. De facto é demais. Não se vê lógica nenhuma.....
Mas atenção, a FENPROF não critica por criticar. Não, ela até sabe apontar a razão de tanto insucesso escolar, pois que este deriva da «falta de investimento em recursos materiais e humanos e das condições de trabalho». Já se suspeitava....
Etiquetas: Ensino
Gabriel às 14:40 | Muitas heresias (19)
Hoje, 250 mil alunos realizaram a prova de «aferição» em Língua portuguesa. Um exame? Um teste? Nada disso. É só para chatear. Ah, sim e não haver aulas.
Avaliar os estudantes? Credo. Coitadinhos. Como se pode aferir os conhecimentos quando tantos tem dificuldades sócio-económicas? Avaliar o trabalho dos professores? Credo. Coitadinhos. As diferentes condições sócio-culturais dos seus alunos são tão dispares que o eventual esforço de ensino que façam é aparentemente inútil.
Mas, mesmo com o ministério a reconhecer a inutilidade da coisa, nem assim este se livra da «grave supeição» avançada pela inevitável FENPROF. Vejam lá que acusa «O Ministério de Lurdes Rodrigues parece pretender que as referidas provas sejam mais um mecanismo de avaliação e responsabilização das escolas e dos professores, caso as classificações dos alunos venham a ser baixas"».
Caramba. Os alunos tiram más notas e isso tem alguma coisa a ver com aqueles que ensinam? Não. De facto é demais. Não se vê lógica nenhuma.....
Mas atenção, a FENPROF não critica por criticar. Não, ela até sabe apontar a razão de tanto insucesso escolar, pois que este deriva da «falta de investimento em recursos materiais e humanos e das condições de trabalho». Já se suspeitava....
Etiquetas: Ensino
Gabriel às 14:40 | Muitas heresias (19)"......................................................in blog Blasfemias,hoje
Hoje, 250 mil alunos realizaram a prova de «aferição» em Língua portuguesa. Um exame? Um teste? Nada disso. É só para chatear. Ah, sim e não haver aulas.
Avaliar os estudantes? Credo. Coitadinhos. Como se pode aferir os conhecimentos quando tantos tem dificuldades sócio-económicas? Avaliar o trabalho dos professores? Credo. Coitadinhos. As diferentes condições sócio-culturais dos seus alunos são tão dispares que o eventual esforço de ensino que façam é aparentemente inútil.
Mas, mesmo com o ministério a reconhecer a inutilidade da coisa, nem assim este se livra da «grave supeição» avançada pela inevitável FENPROF. Vejam lá que acusa «O Ministério de Lurdes Rodrigues parece pretender que as referidas provas sejam mais um mecanismo de avaliação e responsabilização das escolas e dos professores, caso as classificações dos alunos venham a ser baixas"».
Caramba. Os alunos tiram más notas e isso tem alguma coisa a ver com aqueles que ensinam? Não. De facto é demais. Não se vê lógica nenhuma.....
Mas atenção, a FENPROF não critica por criticar. Não, ela até sabe apontar a razão de tanto insucesso escolar, pois que este deriva da «falta de investimento em recursos materiais e humanos e das condições de trabalho». Já se suspeitava....
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Gabriel às 14:40 | Muitas heresias (19)
Hoje, 250 mil alunos realizaram a prova de «aferição» em Língua portuguesa. Um exame? Um teste? Nada disso. É só para chatear. Ah, sim e não haver aulas.
Avaliar os estudantes? Credo. Coitadinhos. Como se pode aferir os conhecimentos quando tantos tem dificuldades sócio-económicas? Avaliar o trabalho dos professores? Credo. Coitadinhos. As diferentes condições sócio-culturais dos seus alunos são tão dispares que o eventual esforço de ensino que façam é aparentemente inútil.
Mas, mesmo com o ministério a reconhecer a inutilidade da coisa, nem assim este se livra da «grave supeição» avançada pela inevitável FENPROF. Vejam lá que acusa «O Ministério de Lurdes Rodrigues parece pretender que as referidas provas sejam mais um mecanismo de avaliação e responsabilização das escolas e dos professores, caso as classificações dos alunos venham a ser baixas"».
Caramba. Os alunos tiram más notas e isso tem alguma coisa a ver com aqueles que ensinam? Não. De facto é demais. Não se vê lógica nenhuma.....
Mas atenção, a FENPROF não critica por criticar. Não, ela até sabe apontar a razão de tanto insucesso escolar, pois que este deriva da «falta de investimento em recursos materiais e humanos e das condições de trabalho». Já se suspeitava....
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Gabriel às 14:40 | Muitas heresias (19)"......................................................in blog Blasfemias,hoje
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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Pataca Escreveu:Na escola onde trabalho vão responsabilizar-nos por quê?
Há um sucesso incrível.
Claro que é falso, mas o que interessa são os números.
É raro um aluno ficar retido e mesmo a matemática o sucesso é garantido.
Há professores que não dão negativas. Recusam-se a isso, porque acham que não vale a pena.
Não, eu não vou por aí, enquanto me deixarem.
Acho que todos devem ser avaliados pelo que realmente fazem. Professores e alunos.
«Acho que todos devem ser avaliados pelo que realmente fazem. Professores e alunos.»
Estou de acordo, é isso mesmo...
Rmartins
Quem não conhece o «CALDEIRÃO» não conhece este mundo
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Eu não acho normal que se passem alunos sem aproveitamento. Um aluno sem aproveitamento, que passa de ano, será sempre um aluno sem aproveitamento e que vai piorar sempre as médias de todas as turmas que frequentar. Porque carga de água os colegas professores aceitam esse tipo de comportamento da parte de alguns? porque são masoquistas e gostam de ser mal vistos e avaliados porque os resultados serão sempre miseráveis dado algo que eles próprios alimentam? quando se cultiva a mediocridade, colhe-se mediocridade.
Editado pela última vez por Pata-Hari em 22/5/2007 19:02, num total de 1 vez.
«A Associação dos Professores de Português (APP) revelou, esta terça-feira, desconfiar que o ministério de Educação, ao realizar provas de aferição aos alunos dos 4º e 6º anos, pretenda avaliar não só os estudantes, mas também os professores.»
E se avaliarem os professores qual é o medo?...Não tem a consciência tranquila?...
«Em declarações á TSF, o presidente da APP confessou não entender o porquê de as provas de aferição se realizarem ao «universo» de alunos, se os resultados obtidos não terão «reflexos» no trabalho dos professores.»
Este tal de presidente, titulo já conseguiu, quer entender o quê?...
Tem ordenado, representa a classe, se não entender está pago na mesma…
««A questão se que nos coloca é se isto é para fazer a avaliação dos professores», porque «se é, o ministério deveria dizê-lo claramente». Se não é para avaliar os professores nem «para termos resultados a tempo e horas, não percebemos» porque é que as provas são feita ao universo de alunos, sublinhou Paulo Feytor Pinto.»
E tem medo de ser avaliados?...
«O presidente da Associação dos Professores de Português ressalvou, no entanto, que não está contra as provas de aferição, mas contra o modo como foram pensadas pelo ministério da Educação.»
Vá lá, lá ressalvou que não está contra… no entanto obviamente.
«Entretanto, a TSF procurou ouvir o ministério da Educação sobre as razões para que as provas de aferição deste ano lectivo sejam feitas por todos os alunos, mas o gabinete da ministra Maria de Lurdes Rodrigues remeteu qualquer comentário para a tarde desta terça-feira.»
Ser fosse eu o ministro não lhe respondia…nem que fosse ao sábado…
Rmartins
E se avaliarem os professores qual é o medo?...Não tem a consciência tranquila?...
«Em declarações á TSF, o presidente da APP confessou não entender o porquê de as provas de aferição se realizarem ao «universo» de alunos, se os resultados obtidos não terão «reflexos» no trabalho dos professores.»
Este tal de presidente, titulo já conseguiu, quer entender o quê?...
Tem ordenado, representa a classe, se não entender está pago na mesma…
««A questão se que nos coloca é se isto é para fazer a avaliação dos professores», porque «se é, o ministério deveria dizê-lo claramente». Se não é para avaliar os professores nem «para termos resultados a tempo e horas, não percebemos» porque é que as provas são feita ao universo de alunos, sublinhou Paulo Feytor Pinto.»
E tem medo de ser avaliados?...
«O presidente da Associação dos Professores de Português ressalvou, no entanto, que não está contra as provas de aferição, mas contra o modo como foram pensadas pelo ministério da Educação.»
Vá lá, lá ressalvou que não está contra… no entanto obviamente.
«Entretanto, a TSF procurou ouvir o ministério da Educação sobre as razões para que as provas de aferição deste ano lectivo sejam feitas por todos os alunos, mas o gabinete da ministra Maria de Lurdes Rodrigues remeteu qualquer comentário para a tarde desta terça-feira.»
Ser fosse eu o ministro não lhe respondia…nem que fosse ao sábado…
Rmartins
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